22h atrás
Trump diz que gasolina cairia após a guerra e preços do WTI recuam para US$ 67 por barril
Após os EUA e Israel bombardearem o Irã, o mercado global de petróleo registrou uma queda inesperada, com o WTI chegando a US$ 67 por barril, abaixo do nível anterior ao conflito. Entre os fatores citados estão a redução de pelo menos 3 milhões de barris por dia nas importações da China, liberações de reservas estratégicas e navios conseguindo atravessar o Estreito de Hormuz apesar do bloqueio. O texto também aponta que declarações públicas de Trump ajudaram a ancorar as expectativas e a conter a alta dos preços. Embora o cessar-fogo seja frágil e o Irã tenha atacado navios mercantes recentemente, o alívio de curto prazo na oferta contribuiu para a forte correção das cotações.
22h atrás
6-20
Tom Cotton questiona memorando de 14 pontos com o Irã e alerta para até US$ 6 bilhões por mês com venda de petróleo
O senador Tom Cotton passou a criticar publicamente o memorando de entendimento de 14 pontos defendido pelo governo Trump com o Irã, dizendo temer que partes do acordo representem um retrocesso. Ele apontou, em especial, a permissão para Teerã retomar vendas de petróleo, o que, segundo sua estimativa, poderia render até US$ 6 bilhões por mês. Se implementado, o entendimento reduziria restrições às exportações de petróleo iraniano e ampliaria a expectativa de oferta global. O episódio é visto como um sinal de distensão em fases na relação entre EUA e Irã, com implicações diretas para a dinâmica de oferta e demanda do mercado de petróleo.
6-20
6-18
Guerra Irã-EUA pode impulsionar tanto a transição energética quanto uma nova corrida por petróleo e gás
Estados Unidos e Irã chegaram a um acordo de princípio para reabrir o Estreito de Hormuz, reduzindo o risco imediato de interrupções no transporte de petróleo. Analistas avaliam, porém, que a crise reforça a percepção de instabilidade estrutural da oferta no Golfo Pérsico e deve levar países importadores a buscar fornecedores fora do Oriente Médio, como a América do Norte. Esse movimento tende a sustentar estruturalmente o LNG, o Brent e o Oil, com expectativa especialmente favorável para exportações americanas de LNG e para a produção de petróleo nos EUA.
6-18
6-16
EUA pressionam petroleiras a fechar contratos vinculantes na Venezuela com incerteza no Estreito de Hormuz
O governo dos EUA vem incentivando petroleiras internacionais a assinar contratos vinculantes para desenvolver campos de petróleo na Venezuela. A oferta no Oriente Médio segue cercada de incertezas com o Estreito de Hormuz praticamente fechado e após Donald Trump anunciar um acordo de paz entre EUA e Irã e dizer que isso “autorizaria plenamente a abertura sem pedágio” do estreito. Do lado venezuelano, campos já começaram a ser reservados para empresas que assinaram memorandos de entendimento (MOUs), enquanto companhias americanas avançam para acordos mais firmes e ajustes no mecanismo de resolução de disputas receberam aval dos EUA. A iniciativa não eleva a produção de imediato, mas reforça a expectativa de maior flexibilidade de oferta no curto prazo.
6-16