Críticos alertam que a soft fork BIP110 pode comprometer a autocustódia e deixar BTC permanentemente travados

Resumo de mercado por IA
O debate sobre o soft fork proposto BIP110 do Bitcoin destaca possíveis mudanças nas regras de consenso que poderiam invalidar certos recursos de script do Taproot (por exemplo, OP_IF/Miniscript) e proibir novas saídas P2PK. Críticos argumentam que os usuários ainda poderiam enviar BTC para endereços agora incompatíveis, tornando os fundos permanentemente irrecuperáveis, minando a confiabilidade da autocustódia. Com pouco suporte de mineradores/nós e um caminho de ativação forçada com alvo para agosto de 2026, a proposta adiciona risco de governança e operacional de médio prazo ao BTC.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
BTC/USDT-0.93%
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Críticos dizem que a proposta de soft fork BIP110 pode quebrar certos tipos de carteiras e fazer com que alguns usuários fiquem com BTC permanentemente impossível de gastar se for ativada. O texto prevê invalidar dados arbitrários usados por protocolos como Ordinals e Runes e também proibir recursos de script do Taproot, incluindo o opcode OP_IF usado por Miniscript. Segundo a Farside Investors, após a ativação usuários ainda poderiam enviar BTC para endereços gerados com scripts que passariam a ser proibidos, mas esses fundos não poderiam mais ser resgatados pelas novas regras de consenso. A proposta pode ser ativada com sinalização de 55% dos mineradores ou, caso isso não ocorra, por um processo obrigatório a partir do bloco 961,632, esperado para agosto de 2026.