Trump cobra queda imediata do preço da gasolina e cita petróleo a US$ 68 o barril

Resumo de mercado por IA
A pressão pública de Trump sobre os varejistas de gasolina para cortar os preços nas bombas, junto com o escrutínio do DOJ, reforça o impulso desinflacionário de curto prazo decorrente do petróleo bruto mais baixo. A notícia ocorre após uma forte queda do petróleo, depois que o cessar-fogo entre os EUA e o Irã e a reabertura do Estreito de Ormuz reduziram os prêmios de risco de oferta, com as projeções de Brent/WTI para 2026 revisadas para baixo. Embora os estoques possam estar mais apertados, a narrativa imediata sustenta expectativas de precificação mais branda ligada ao petróleo.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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Donald Trump disse que varejistas de gasolina devem reduzir imediatamente os preços nas bombas e afirmou que o petróleo nos EUA é negociado a cerca de US$ 68 o barril. Ele pediu que os postos passem a mirar “em torno de US$ 2,50 por galão” e alertou para “grandes problemas” caso isso não aconteça. A média nacional da gasolina regular está em US$ 3,91 por galão, com a quinta queda semanal consecutiva e a segunda semana seguida abaixo de US$ 4 por galão, segundo a American Automobile Association (AAA).