SEC abre margem de 15% e amplia possibilidades para ETFs cripto multiativos
Resumo de mercado por IA
A aprovação pela SEC das alterações na Regra 5711(d) da Nasdaq Texas cria uma faixa de alocação de 15% para trusts cripto multiativos, permitindo que ETFs incluam posições menores em outros ativos digitais além daqueles que atendem aos critérios padrão de listagem. Embora não seja uma decisão definitiva de classificação, os exemplos explícitos (BTC, ETH, SOL, XRP) ampliam a usabilidade regulatória percebida. O preço do XRP ficou para trás em meio a yields mais altos, mas entradas sustentadas em ETFs de XRP e grandes participações institucionais divulgadas ressaltam a demanda em curso.
Nível de impacto
● Alto
Ativos afetados
XRP/USDT+0.27%
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▲ Altista
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Segundo a CoinMarketCap, a imprensa internacional informou que a aprovação, pela U.S. Securities and Exchange Commission (SEC), de ajustes na Nasdaq Texas Rule 5711(d) passou a dar mais flexibilidade à forma como trusts cripto elegíveis podem estruturar suas listagens. O ponto central, diz o texto, não é a volta do XRP ao debate, mas o início de um afrouxamento no desenho de carteiras para ETFs cripto multiativos.
Pelas regras aprovadas, pelo menos 85% dos ativos do trust ainda precisam estar alocados em ativos que atendam aos padrões gerais de listagem. Os 15% restantes podem incluir outras commodities digitais ou valores mobiliários digitais que, individualmente, não cumpram esse critério.
A SEC citou Bitcoin, Ethereum, Solana e XRP como exemplos de ativos digitais que atualmente atendem aos requisitos aplicáveis a trusts de commodities negociadas em bolsa. A leitura de veículos estrangeiros é que a menção indica que esses ativos entram no escopo operacional das regras de listagem existentes, sem representar uma determinação federal permanente sobre sua classificação. O XRP aparece apenas como exemplo.
O artigo afirma que o mercado tem dado atenção à discussão sobre o XRP ser ou não uma "commodity", mas que a mudança regulatória mais relevante é prática: gestores passam a ter espaço para desenhar estruturas mais diversificadas em torno de grandes categorias de criptoativos. Como ilustração, um trust de US$ 100 milhões poderia alocar US$ 95 milhões em ativos elegíveis como Bitcoin, Ethereum, Solana e XRP, e os US$ 5 milhões restantes em outros ativos digitais que não atendem aos critérios por conta própria. Isso amplia a flexibilidade de bolsas e emissores na engenharia dos produtos.
Apesar do sinal regulatório, o texto aponta que não houve impulso imediato no preço do XRP. No momento citado, o token era negociado perto de US$ 1,40, com queda de cerca de 4% nas últimas 24 horas. A retração foi atribuída principalmente a pressões macroeconômicas, como a alta dos rendimentos dos Treasuries e a expectativa de manutenção de uma política monetária restritiva pelo Federal Reserve.
Ainda assim, o interesse institucional em produtos ligados ao XRP não teria arrefecido. O artigo menciona que ETFs de XRP registraram entradas líquidas por 11 pregões consecutivos, somando aproximadamente US$ 170 milhões. Com base em dados de posições institucionais citados, o Goldman Sachs teria se tornado o maior detentor divulgado de um ETF de XRP, com cerca de US$ 87,4 milhões, à frente de Jane Street e Millennium Management.
Para a imprensa internacional, à medida que Bitcoin, Ethereum, Solana e XRP se consolidam como principais ativos subjacentes em produtos cripto regulados, o foco do mercado migra de "quais tokens entram nas finanças tradicionais" para "quais produtos podem ser criados a partir desses ativos". A avaliação é que, se bolsas e gestoras conseguirem combinar ativos digitais mainstream com uma parcela limitada de outros ativos dentro de um arcabouço conforme e com gestão mais ativa, o futuro dos ETFs cripto pode ir além de produtos de ativo único. A margem de 15% prevista nas novas regras pode funcionar como porta de entrada para essa expansão.