Trump ameaça postos com "grandes problemas" se preços da gasolina não caírem
Resumo de mercado por IA
A pressão pública de Trump sobre os varejistas de combustíveis para reduzir os preços nas bombas, citando o petróleo bruto perto de US$ 68/bbl, reforça o sentimento de baixa no curto prazo em produtos refinados e benchmarks de petróleo bruto. Os preços da gasolina já caíram por cinco semanas consecutivas, e as expectativas para as médias de Brent/WTI em 2026 foram revisadas para baixo após um cessar-fogo entre os EUA e o Irã e a reabertura do Estreito de Ormuz. Estoques mais apertados permanecem um risco de recuperação, mas os atuais pontos de transmissão de preços apontam para baixo.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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Donald Trump elevou o tom contra varejistas de combustíveis e disse que postos podem enfrentar "grandes problemas" caso não reduzam os preços nas bombas. Ele afirmou que o petróleo recuou para US$ 68 por barril e defendeu que a gasolina no varejo tenha como meta US$ 2,5 por galão.
Nos Estados Unidos, a média nacional da gasolina está em US$ 3,91 por galão, com queda por cinco semanas consecutivas.
Com o impacto do cessar-fogo entre EUA e Irã e a reabertura do Estreito de Ormuz, foram revisadas para baixo as projeções de preço médio do petróleo em 2026: o Brent passou a US$ 84,50 por barril e o WTI a US$ 79,49 por barril.
Analistas apontam que o aperto dos estoques ainda pode sustentar risco de repique, mas observam que, no curto prazo, a transmissão para os preços já indica uma tendência de baixa.