Ferrari e BMW adotam cabos de alumínio em novos modelos e aceleram troca do cobre

Resumo de mercado por IA
A adoção de fiação de alumínio pela Ferrari e pela BMW, seguindo a Tesla e fabricantes chineses de veículos elétricos, reforça uma tendência de substituição entre setores impulsionada pelos preços elevados do cobre. Estimativas sugerem que cerca de 2% da demanda de cobre de 2024 poderia ser deslocada pelo alumínio, podendo subir para cerca de 6% até 2030, o que implica ventos contrários estruturais para a demanda de cobre, ao mesmo tempo em que sustenta um consumo incremental de alumínio em automóveis e cabeamento relacionado. No curto prazo, a notícia é mais favorável para preços e posicionamento ligados ao alumínio.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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● Neutro
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Ferrari e BMW disseram que vão adotar cabos de alumínio em escala em novos modelos, seguindo a iniciativa da Tesla e de montadoras chinesas de veículos elétricos. A mudança ocorre em meio à alta do preço do cobre, que em janeiro chegou perto de US$ 15.000 por tonelada, e ao apelo do alumínio por ser mais leve. A Goldman Sachs estima que cerca de 2% da demanda global de cobre em 2024 pode ser substituída por alumínio, percentual que poderia chegar a 6% em 2030. O alumínio é negociado em torno de US$ 3.100 por tonelada, aproximadamente um quarto do preço do cobre.